segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Alguns Tipos de arquivos


Arquivos de Imagens:


JPEG

O formato JPEG é utilizado para a representação de fotografias em tonalidade contínua na internet e em outras mídias online. Ele trabalha com sistemas RBG (vermelho, azul e verde), CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto) e escala de cinza, por isso ele pode ser usado em documentos online ou até mesmo impressos. As fotografias são bem executadas neste tipo de arquivo, no entanto imagens de cores sólidas (com grande quantidade de uma mesma cor), possuem menor nitidez.
O JPEG usa um esquema de compactação com perdas ajustável, que reduz efetivamente o tamanho do arquivo, identificando e descartando dados extras não essenciais para a exibição da imagem. Um nível mais alto de compactação resulta em qualidade de imagem inferior; um nível mais baixo de compactação resulta em qualidade de imagem melhor, mas o tamanho de arquivo será maior. Na maioria dos casos, a compactação de uma imagem com a opção de qualidade 'Máxima' produz um resultado idêntico ao original. Abrir uma imagem JPEG descompacta-a automaticamente.
A codificação JPEG pode ser executada em um arquivo EPS ou DCS com um aplicativo de edição de imagens, como o Photoshop por exemplo.

TIFF


É um formato de arquivo que praticamente todos os programas de imagem aceitam. Ele é o formato mais popular para imagens digitalizadas, pois é capaz de armazenar informações true color (24 ou 32 bits).
Uma grande característica dos arquivos TIFF é que eles podem ser exportados e importados para programas e até sistemas operacionais diferentes, pois permite compactação sem perda da qualidade da imagem, por isso ele é muito utilizado em editoração eletrônica e mídia impressa em geral, porém não é próprio para a internet.
Os arquivos nos formatos JPEG e GIF possuem informações muito reduzidas em comparação aos de formatos TIFF e BMP. As imagens com formatos TIFF, RGB, BMP, etc., são de alta definição e qualidade, mas têm uma grande intensidade de dados. A conversão destes formatos para JPG ou GIF pode ser feita sem dificuldades através de uma grande variedade de programas gratuitos. Estes arquivos funcionam bem com softwares Quark XPress, Adobe Pagemaker e Corel Draw.
A compactação do TIFF com LZW faz com que nenhuma informação de imagem seja descartada, não existe perda de dados( guarda alguma semelhança com o formato ZIP de compactação). A única diferença é que a compactação torna os processos de abertura e processamento da imagem mais lentos. Profissionais que necessitam de um formato de arquivo para imagens de alta fidelidade encontram no TIFF uma ótima opcão. Este formato permite juntar o máximo de informação possível do documento original e salva essa informação. No entanto, uma vez que essas imagens foram salvas, essa imagem pode ser chamada a qualquer momento, mesmo em outro computador e mesmo que ele tenha sistemas de software e hardware de imagens diferentes. Também, se há alguma possibilidade que a imagem seja modificada no futuro, então essa imagem deve ser digitalizada em TIFF.

Arquivos de Vídeo:

AVI

O AVI (Audio Video Interleave) é um formato de arquivo que combina áudio e vídeo criado pela Microsoft na década de 90. A extensão .avi. é uma das mais populares da Internet, porque é reconhecida pela maioria das versões do sistema operacional Windows e por todos os leitores de DVD que são compatíveis com o codec DivX. Um exemplo de aplicação do AVI são os arquivos compartilhados em redes P2P. Mas, atualmente, este formato tem sido acusado de atraso tecnológico por alguns usuários, principalmente nos quesitos capacidade de compressão e interatividade.

MPEG

O MPEG também é um container digital que combina vídeo e áudio digitais codificados seguindo determinados padrões de compressão e armazenados estabelecidos pelo grupo que leva o mesmo nome: MPEG (Moving Picture Experts Group). O MPEG é o pioneiro na codificação de áudio e vídeo com cerca de dez anos de idade. Além de ser usado na Internet, também está presente em DVDs, TVs a cabo e digital (alta definição). Outra característica do MPEG é ter possibilitado, por meio do padrão de áudio MPEG-4, a criação da extensão que combina áudio e vídeo m4a compatível com as plataformas da Apple QuickTime e iTunes. O m4a é muito usado em tocadores digitais como iPods. Os tipos de arquivo mais comuns com extensão m4a são os no formato de áudio AAC (Advanced Audio Coding), mas outros formatos como Apple Lossless e mp3 podem ser adicionados em um container m4a.

Arquivos de áudio:

Flac

O conceito chave deste tipo de arquivo é "máxima compressão". Criado em 2003, o Free Lossless Audio Codec, ou Codec de Áudio Sem Perda Livre (em tradução livre), é um formato cujo principal ponto positivo é a compressão de dados sem perda de qualidade —o que não acontece em outros formatos, como o MP3, o WMA e o Ogg Vorbis. O Flac também é open source e pode ser usado livremente por qualquer pessoa. Em compensação, os arquivos de áudio que usam esse formato são maiores, ainda mais quando comparados aos já tradicionais MP3. Ficou popular nos últimos anos, à medida em que os internautas passaram a ter conexões mais rápidas em suas residências.

Ogg Vorbis

Ogg Vorbis é um padrão para áudio digital desenvolvido pela Xiph.Org Foundation totalmente open source (isto é, possui código aberto) e livre de patentes. Os arquivos nesse formato, cuja extensão é .ogg, costumam ser um pouco menores e com qualidade igual ou superior aos arquivos em MP3. No entanto, o maior atrativo do Ogg Vorbis é o fato de se tratar de um padrão livre, ou seja, todos podem usá-lo livremente. Ao ler isso, você pode afirmar que o mesmo ocorre com o MP3. Na verdade, não. O formato MP3 é patenteado e pertence ao grupo Fraunhofer IIS, da Alemanha. Em setembro de 1998, esse grupo anunciou que cobraria royalties (uma espécie de pagamento de licença de uso) de todas as empresas que usassem a tecnologia MP3 em hardwares e softwares, principalmente do encoder, que é responsável pela geração de arquivos no formato. Ainda, empresas que vendem MP3 pela internet teriam que pagar uma pequena porcentagem por música vendida. É por essa razão que a Red Hat não disponibiliza codecs e decoders de MP3 em suas distribuições Linux.

Arquivos de texto:

PDF

PDF é um formato portátil para documentos (Portable Document Format) desenvolvido por Adobe Systems e muito usado na Internet devido a sua versatilidade, facilidade de uso e tamanho pequeno. Segundo se divulga extensamente na Rede, o formato de arquivo PDF se converteu no padrão para a distribuição de documentação, tanto em intranets empresariais como na Web, e parece igualmente um correto método de distribuição de arquivos em pré-impressão, são muito populares na rede por várias razões:
>> Um documento PDF tem a mesma aparência, cor, tipo de imprensa, gráficos e formato que um documento impresso.
>> Os arquivos PDF podem ser vistos utilizando o navegador mesmo ou podem ser armazenados no computador para uso ou impressão posterior.
>> O programa Lector Acrobat (Acrobat Reader) se pode obter grátis para a maioria dos sistemas operacionais.
>> Se bem que o programa Acrobat Reader não se pode usar para editar (modificar) um documento PDF, permite copiar texto do documento a outro arquivo, e também efetuar buscas para localizar uma palavra ou texto.
>> Podem se distribuir por toda a Web, ou mediante e-mails, ou estar em CDs; porém, este tipo de arquivos é muito utilizado na hora de compartilhar informação gráfica ou de texto, como por exemplo, contratos, manuais, e até e-books.

domingo, 16 de agosto de 2009

Dicionário de termos tecnológicos


Quando navegamos na internet, lemos algum artigo sobre as novas tecnologias ou mesmo nos deparamos com um simples manual de instrução, ficamos muitas vezes perdidos em meio a tantos termos desconhecidos. Hoje já é fundamental um dicionário desses termos, por isso abaixo temos uma pequena amostra do que poderia ser esse dicionário. Quem nunca ouviu essas palavras que atire o primeiro mouse...

Acesso Dial-up:
É o tipo de acesso à internet dos usuários comuns. Para utilizá-lo, basta um computador, uma linha telefônica e um modem. O usuário utiliza o computador para fazer a ligação até o seu provedor de acesso. Ao ser conectado ao computador do provedor, deve fornecer seu nome de usuário e senha para se conectar à Internet.

Backbone:
Em português, espinha dorsal. O backbone é o trecho de maior capacidade da Internet e tem o objetivo de conectar vários pontos da Rede. No Brasil, foi a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) que criou o primeiro backbone da Internet, no início para atender entidades acadêmicas que queriam conectar-se à Rede. Em 1995, a Embratel começou a montar um backbone paralelo ao da RNP para oferecer serviços de conexão a empresas privadas. Os provedores de acesso, em geral, estão conectados direta e permanentemente ao backbone.

Bookmark:
Em um navegador, um bookmark é um link para uma página de interesse na Web, acessível de forma rápida e direta. Também chamado de favorito.

Bluetooth:
Dente azul?? Não! Bluetooth é um protocolo para redes sem fio (ou redes wireless). Ele está inclusive disponível em aparelhos portáteis, como celulares e PDAs.

Boot:

Chama-se boot o processo do seu computador quando você o liga. Existem boots quentes e frios.
Um boot frio é quando você desliga o computador, espera alguns segundos e o liga novamente. Um boot quente é quando você apenas reinicia o computador sem desligar a placa-mãe.
A diferença entre os dois é que no boot frio a memória é completamente apagada, não restando nenhum vestígio de antes. Já no boot quente, alguns vestígios ainda podem ser encontrados e alguns vírus possuem a habilidade de permanecer na memória depois de um boot quente.

Cookie:
Um cookie é uma informação que pode ser armazenada pelo navegador se um website requisitar. A informação não pode ter um tamanho muito grande. Cookies possuem uma validade e, ao expirarem, são automaticamente deletados pelo navegador.

Cache:
Local no disco rígido onde se armazenam temporariamente os arquivos transferidos quando se carrega uma página Web. Ao se retornar para a mesma página, o navegador pode buscá-la no cache, em vez de ir até o servidor original novamente, poupando tempo e reduzindo o tráfego na Internet.

Ciberespaço:
Esse já é conhecido de todos os alunos das matérias teóricas. Foi criado pelo escritor William Gibson e inspirado no estado de transe em que ficam os aficionados de videogame durante uma partida. A palavra foi utilizada pela primeira vez no livro Neuromancer, de 1984, e adotada desde então pelos usuários da Internet como sinônimo para a Rede.

FAQ:
Sigla de Frequently Asked Questions. Documento com perguntas e respostas mais comuns sobre um assunto específico. Grupos de discussão e listas de distribuição costumam ter a sua própria FAQ. Faz parte do bom comportamento do internauta ler a FAQ do grupo antes de fazer uma pergunta. Sua função é justamente reunir informações básicas sobre um assunto para que cada novo integrante do grupo não repita perguntas já respondidas anteriormente.

Hacker:
Originalmente, o termo foi usado para descrever programadores habilidosos. Na imprensa, o termo foi disseminado para apontar alguém que tenta quebrar a segurança de sistemas de computadores.

Hiperlink:

Nome dado à ligação que leva a outras unidades de informação em um documento hipertexto. O hiperlink pode fazer referência à outra parte do mesmo documento ou a outros documentos.

Hipermídia:
A definição formal de hipermídia une os conceitos de hipertexto e multimídia. Ou seja, um documento hipermídia contém imagens, sons, textos e vídeos, como qualquer título multimídia. Além disso, usa ligações de hipertexto para permitir que o usuário salte de um trecho do documento para outro ou até mesmo para um documento diferente. O termo hipermídia também é utilizado como sinônimo de multimídia. Veja também: multimídia.

IPv6:
Também chamando IPng (IP Next Generation), o Internet Protocol Version 6 é uma evolução do IP, cujo aprimoramento mais visível é o fato de trabalhar com endereços de 128 bits (na versão quatro do IP são 32 bits), viabilizando o futuro crescimento da Internet.

Netiqueta (ou "netiquette"):
Esse é horrível!!! Conjunto de regras que disciplinam o comportamento na Internet. Ensina, entre outras coisas, como se comportar em grupos de discussão e como escrever mensagens de forma a preservar a eficiência da Rede e ampliar o potencial de comunicação.

Shareware:
Esse eu uso muito, afinal, de graça até injeção na testa! Software que pode ser experimentado antes da compra. Alguns programas shareware funcionam somente durante um período determinado de avaliação; outros apenas mostram mensagens periodicamente lembrando o usuário que não se trata de um produto gratuito. Os autores de shareware normalmente pedem pagamentos simbólicos pelo software. Alguns chegam a pedir apenas um cartão postal como prova da satisfação com o produto.