quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Eu Rafinha!


Com certeza vivemos em uma era totalmente diferente da de nossos pais. Agora as tecnologias possibilitam comunicação de qualidade e interativa a todo momento, bem diferente do velho rádio da casa da minha avó. Todos os termos que ouvimos por aí como Globalização, pós-modernidade, cibercultura, etc. não são mais palavras soltas, agora elas fazem sentido, porque percebemos que fazemos parte da geração "C" (Conteúdo, Colaboração e Conectividade). O mais engraçado é que para nós tudo já é muito natural, ter um pc em casa, possuir um Ipod, postar fotos e videos na web e montar um diário virtual através de blogs e fotologs são coisas simples e que fazemos muitas vezes sem perceber o real sentido destas atitudes. Todos nós somos Rafinhas, mesmo aqueles mais "desligados" da rede, possuem celulares com pelo menos uma câmera digital inclusa, tem uma conta no orkut e no msn sem nem ao menos ter um computador. Isso só é possível porque a qualquer lugar que esteja, a hora que for e com tecnologias "muito simples", é possível estar conectado à este espaço virtual onde as pessoas se relacionam como na "vida real". Ser um Rafinha é sermos nós mesmos!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O que nos espera daqui a 5 anos???


É quase impossível imaginar como estará a tecnolgia daqui a cinco anos, afinal, ao piscar de olhos novos celulares são lançados, TVs de mega definição, relógios com acesso a internet e etc. O simples aparelho de MP4 que comprei a 2 anos, já pode ser jogado fora, pois é uma tecnologia ultrapassada e sem utilidade.
Certa vez me disseram que do jeito que as coisas estão, nos tornaremos verdadeiros "deuses" (olha que heresia...), pois imagino que em pouco tempo a preocupação humana não será mais com o fato de ter um óculos que te mostre as últimas nóticias, ou ainda com um chip que será implantado no corpo para fazermos coisas que facilitem, ainda mais, a nossa vida. Vejo que o grande X da questão será na preservação dos recursos naturais e com formas que façam o homem viver mais. Quem sabe não será possível inventar meios de reciclagem do oxigênio e da água que consumimos para durar para a vida toda??? Ou então as árvores sofrerão uma mutação para resistir com facilidade ao desmatamento ou então aos altos níveis de poluição.
Sendo assim, imagino que daqui a cinco anos, teremos sim super, hiper, mega tecnologias para desfruto do homem, mas elas serão usadas para achar água ou ainda descobrir lugares onde o oxigênio seja mais puro.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Google AdWord



O Google AdWord é uma grande solução para os pequenos empresários ou aqueles mais tímidos que não querem gastar muito em publicidade achando isto desnecessário. Com um simples cadastro você é capaz de criar uma campanha publicitária e informar ao Google quanto deseja pagar pelo anúncio no dia.
Após a criação de uma campanha bem simples, você pode definir de 10 a 20 palavras chaves para o seu produto. Isto fará com que sua campanha seja visualizada com maior freqüência e facilidade. De acordo com o orçamento determinado no início do cadastro, o Google já te informa uma estimativa de quantos cliques o link poderá ter. No meu caso, informei que gostaria de investir apenas R$ 10,00 por dia em publicidade do AdWord, sendo assim eles me calcularam que com as palavras chaves que determinei (todas relacionadas à moda Íntima de Nova Friburgo), eu teria um número de cliques que variaria entre 2 a 45, isto me custaria entre R$ 5,75 a R$ 10,00.
Com certeza esta ferramenta do Google proporciona visibilidade para os iniciantes no mercado. Com um custo baixíssimo pode-se tornar conhecido na web através de palavras-chave que orientam as buscas dos “Googlemaníacos”.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

As sete forças do marketing digital



No mundo pós-moderno que vivemos, a constante atualização é algo imprescindível. Hoje é necessário muitas vezes mudar de hábitos e maneiras tradicionais de se trabalhar para podermos ganhar espaço na sociedade. Por isso muitas empresas têm usado de uma nova ferramenta para exercerem suas atividades, a internet. Com o avanço tecnológico desta poderosa arma surgiu também o conceito de “Marketing Digital”, que tenta a aproximação do cliente com o que está sendo produzido e divulgado na web. Este novo marketing conta com sete forças que o mobilizam, são elas: a interatividade, a personalização, globalização, integração, aproximação, convergência e democratização da informação. Todas elas atuam de modos diferentes, mas com o mesmo objetivo de melhorar e o relacionamento com este novo mercado.

1. INTERATIVIDADE:

Já faz algum tempo que o homem exige essa interatividade das empresas na Internet. Hoje ele não mais se satisfaz com informações de um manual de instruções ou o histórico da empresa. O que o consumidor realmente procura são respostas para as suas dúvidas mais profundas, e espera que elas sejam sanadas o mais rápido possível. A interatividade promove o crescimento da relação Consumidor x Empresa e estreita os laços de confiança a ponto de uma empresa contar com a colaboração dos consumidores para o lançamento de um novo produto, por exemplo.

2. PERSONALIZAÇÃO:

Todos nós buscamos ser atendidos de forma especial e personalizada. Se um cliente se sente importante ou ele percebe que determinada empresa se preocupou em resolver seu problema, ele cria um grau de confiança nesta firma. Atendimentos personalizados são cada vez mais comuns, e com a internet isso se tornou muito mais fácil. Por exemplo, com um simples cadastro em um site de um banco, você consegue ser atendido por um consultor em economia que te orientará a investir na bolsa de valores ou então na poupança, o que conta é a taxa dos juros. Ou seja, atendimento personalizado para resolver as suas questões em particular.

3. GLOBALIZAÇÃO:

É fato de que a Internet é uma grande ferramenta de globalização, afinal pessoas em diferentes locais do planeta têm acesso ás informações que são publicadas na rede. Para o consumidor esta ferramenta o ajuda a conseguir diferentes opiniões sobre o produto que ele pretende comprar e também saber as diversas cotações dele pelo mundo. As empresas também se favorecem ao encontrar na web dados que revelem as novidades dos concorrentes, pois assim elas conseguem criar estratégias que visem um “contra-ataque”.

4. INTEGRAÇAO:

Assim como a força da globalização, a integração facilita o relacionamento entre empresas e consumidores. Hoje empresas de diferentes seguimentos podem fazer “parcerias virtuais” e tomarem posturas que visem o lucro de forma bastante fácil. As alianças empresariais são cada vez mais comuns, e a internet só torna isto cada vez mais fácil e seguro.

5. APROXIMAÇÃO:

Esta força do marketing digital tem proporcionado, como o próprio nome já diz, a integração entre consumidor e produtor. No mundo da internet não são mais necessários intermediários nesta relação. Uma pessoa pode fazer suas compras do mês ou comprar um móvel para a sala sem precisar sair de casa, e melhor, sem precisar passar por um vendedor chato que irá te empurrar mais um monte de coisa e cobrar a comissão pela venda. O véu do templo no mundo mercadológico também já se rasgou de alto a baixo.

6. CONVERGÊNCIA:

Este é o mais novo passo no mundo pós-moderno. Para satisfazer as necessidades do homem, as novas tecnologias têm se convergido para que tudo possa ser resolvido de uma única vez, acabando assim com a perda de tempo e os gastos desnecessários. Podemos falar com uma pessoa, fotografar, filmar, acessar nossa conta no banco, assistir TV, ouvir música, fazer um relatório para o trabalho e até mesmo dar uma aula com a ajuda de um celular. As empresas atuais já estão se mobilizando para esta área, e não nos tornaremos clientes de um banco se este não disponibilizar o acesso à nossa conta pela internet ou pelo celular.

7. DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO:

Por fim, constamos uma das grandes possibilidades da Internet, que é a transmissão de conhecimento de forma tão grandiosa e barata. Pessoas de inúmeras partes do mundo podem ter nas telas de seus computadores uma grande enciclopédia, que não se compara a nenhuma produzida por nenhuma editora. O melhor de tudo é saber que essa democratização não facilitou somente o acesso à informação, mas também a produção de conteúdo. Quem nunca ouviu falar em Wikipédia? Mudou a relação de transmissão de informação: antes era um para muitos, hoje estamos na era do muitos para muitos.


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Alguns Tipos de arquivos


Arquivos de Imagens:


JPEG

O formato JPEG é utilizado para a representação de fotografias em tonalidade contínua na internet e em outras mídias online. Ele trabalha com sistemas RBG (vermelho, azul e verde), CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto) e escala de cinza, por isso ele pode ser usado em documentos online ou até mesmo impressos. As fotografias são bem executadas neste tipo de arquivo, no entanto imagens de cores sólidas (com grande quantidade de uma mesma cor), possuem menor nitidez.
O JPEG usa um esquema de compactação com perdas ajustável, que reduz efetivamente o tamanho do arquivo, identificando e descartando dados extras não essenciais para a exibição da imagem. Um nível mais alto de compactação resulta em qualidade de imagem inferior; um nível mais baixo de compactação resulta em qualidade de imagem melhor, mas o tamanho de arquivo será maior. Na maioria dos casos, a compactação de uma imagem com a opção de qualidade 'Máxima' produz um resultado idêntico ao original. Abrir uma imagem JPEG descompacta-a automaticamente.
A codificação JPEG pode ser executada em um arquivo EPS ou DCS com um aplicativo de edição de imagens, como o Photoshop por exemplo.

TIFF


É um formato de arquivo que praticamente todos os programas de imagem aceitam. Ele é o formato mais popular para imagens digitalizadas, pois é capaz de armazenar informações true color (24 ou 32 bits).
Uma grande característica dos arquivos TIFF é que eles podem ser exportados e importados para programas e até sistemas operacionais diferentes, pois permite compactação sem perda da qualidade da imagem, por isso ele é muito utilizado em editoração eletrônica e mídia impressa em geral, porém não é próprio para a internet.
Os arquivos nos formatos JPEG e GIF possuem informações muito reduzidas em comparação aos de formatos TIFF e BMP. As imagens com formatos TIFF, RGB, BMP, etc., são de alta definição e qualidade, mas têm uma grande intensidade de dados. A conversão destes formatos para JPG ou GIF pode ser feita sem dificuldades através de uma grande variedade de programas gratuitos. Estes arquivos funcionam bem com softwares Quark XPress, Adobe Pagemaker e Corel Draw.
A compactação do TIFF com LZW faz com que nenhuma informação de imagem seja descartada, não existe perda de dados( guarda alguma semelhança com o formato ZIP de compactação). A única diferença é que a compactação torna os processos de abertura e processamento da imagem mais lentos. Profissionais que necessitam de um formato de arquivo para imagens de alta fidelidade encontram no TIFF uma ótima opcão. Este formato permite juntar o máximo de informação possível do documento original e salva essa informação. No entanto, uma vez que essas imagens foram salvas, essa imagem pode ser chamada a qualquer momento, mesmo em outro computador e mesmo que ele tenha sistemas de software e hardware de imagens diferentes. Também, se há alguma possibilidade que a imagem seja modificada no futuro, então essa imagem deve ser digitalizada em TIFF.

Arquivos de Vídeo:

AVI

O AVI (Audio Video Interleave) é um formato de arquivo que combina áudio e vídeo criado pela Microsoft na década de 90. A extensão .avi. é uma das mais populares da Internet, porque é reconhecida pela maioria das versões do sistema operacional Windows e por todos os leitores de DVD que são compatíveis com o codec DivX. Um exemplo de aplicação do AVI são os arquivos compartilhados em redes P2P. Mas, atualmente, este formato tem sido acusado de atraso tecnológico por alguns usuários, principalmente nos quesitos capacidade de compressão e interatividade.

MPEG

O MPEG também é um container digital que combina vídeo e áudio digitais codificados seguindo determinados padrões de compressão e armazenados estabelecidos pelo grupo que leva o mesmo nome: MPEG (Moving Picture Experts Group). O MPEG é o pioneiro na codificação de áudio e vídeo com cerca de dez anos de idade. Além de ser usado na Internet, também está presente em DVDs, TVs a cabo e digital (alta definição). Outra característica do MPEG é ter possibilitado, por meio do padrão de áudio MPEG-4, a criação da extensão que combina áudio e vídeo m4a compatível com as plataformas da Apple QuickTime e iTunes. O m4a é muito usado em tocadores digitais como iPods. Os tipos de arquivo mais comuns com extensão m4a são os no formato de áudio AAC (Advanced Audio Coding), mas outros formatos como Apple Lossless e mp3 podem ser adicionados em um container m4a.

Arquivos de áudio:

Flac

O conceito chave deste tipo de arquivo é "máxima compressão". Criado em 2003, o Free Lossless Audio Codec, ou Codec de Áudio Sem Perda Livre (em tradução livre), é um formato cujo principal ponto positivo é a compressão de dados sem perda de qualidade —o que não acontece em outros formatos, como o MP3, o WMA e o Ogg Vorbis. O Flac também é open source e pode ser usado livremente por qualquer pessoa. Em compensação, os arquivos de áudio que usam esse formato são maiores, ainda mais quando comparados aos já tradicionais MP3. Ficou popular nos últimos anos, à medida em que os internautas passaram a ter conexões mais rápidas em suas residências.

Ogg Vorbis

Ogg Vorbis é um padrão para áudio digital desenvolvido pela Xiph.Org Foundation totalmente open source (isto é, possui código aberto) e livre de patentes. Os arquivos nesse formato, cuja extensão é .ogg, costumam ser um pouco menores e com qualidade igual ou superior aos arquivos em MP3. No entanto, o maior atrativo do Ogg Vorbis é o fato de se tratar de um padrão livre, ou seja, todos podem usá-lo livremente. Ao ler isso, você pode afirmar que o mesmo ocorre com o MP3. Na verdade, não. O formato MP3 é patenteado e pertence ao grupo Fraunhofer IIS, da Alemanha. Em setembro de 1998, esse grupo anunciou que cobraria royalties (uma espécie de pagamento de licença de uso) de todas as empresas que usassem a tecnologia MP3 em hardwares e softwares, principalmente do encoder, que é responsável pela geração de arquivos no formato. Ainda, empresas que vendem MP3 pela internet teriam que pagar uma pequena porcentagem por música vendida. É por essa razão que a Red Hat não disponibiliza codecs e decoders de MP3 em suas distribuições Linux.

Arquivos de texto:

PDF

PDF é um formato portátil para documentos (Portable Document Format) desenvolvido por Adobe Systems e muito usado na Internet devido a sua versatilidade, facilidade de uso e tamanho pequeno. Segundo se divulga extensamente na Rede, o formato de arquivo PDF se converteu no padrão para a distribuição de documentação, tanto em intranets empresariais como na Web, e parece igualmente um correto método de distribuição de arquivos em pré-impressão, são muito populares na rede por várias razões:
>> Um documento PDF tem a mesma aparência, cor, tipo de imprensa, gráficos e formato que um documento impresso.
>> Os arquivos PDF podem ser vistos utilizando o navegador mesmo ou podem ser armazenados no computador para uso ou impressão posterior.
>> O programa Lector Acrobat (Acrobat Reader) se pode obter grátis para a maioria dos sistemas operacionais.
>> Se bem que o programa Acrobat Reader não se pode usar para editar (modificar) um documento PDF, permite copiar texto do documento a outro arquivo, e também efetuar buscas para localizar uma palavra ou texto.
>> Podem se distribuir por toda a Web, ou mediante e-mails, ou estar em CDs; porém, este tipo de arquivos é muito utilizado na hora de compartilhar informação gráfica ou de texto, como por exemplo, contratos, manuais, e até e-books.

domingo, 16 de agosto de 2009

Dicionário de termos tecnológicos


Quando navegamos na internet, lemos algum artigo sobre as novas tecnologias ou mesmo nos deparamos com um simples manual de instrução, ficamos muitas vezes perdidos em meio a tantos termos desconhecidos. Hoje já é fundamental um dicionário desses termos, por isso abaixo temos uma pequena amostra do que poderia ser esse dicionário. Quem nunca ouviu essas palavras que atire o primeiro mouse...

Acesso Dial-up:
É o tipo de acesso à internet dos usuários comuns. Para utilizá-lo, basta um computador, uma linha telefônica e um modem. O usuário utiliza o computador para fazer a ligação até o seu provedor de acesso. Ao ser conectado ao computador do provedor, deve fornecer seu nome de usuário e senha para se conectar à Internet.

Backbone:
Em português, espinha dorsal. O backbone é o trecho de maior capacidade da Internet e tem o objetivo de conectar vários pontos da Rede. No Brasil, foi a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) que criou o primeiro backbone da Internet, no início para atender entidades acadêmicas que queriam conectar-se à Rede. Em 1995, a Embratel começou a montar um backbone paralelo ao da RNP para oferecer serviços de conexão a empresas privadas. Os provedores de acesso, em geral, estão conectados direta e permanentemente ao backbone.

Bookmark:
Em um navegador, um bookmark é um link para uma página de interesse na Web, acessível de forma rápida e direta. Também chamado de favorito.

Bluetooth:
Dente azul?? Não! Bluetooth é um protocolo para redes sem fio (ou redes wireless). Ele está inclusive disponível em aparelhos portáteis, como celulares e PDAs.

Boot:

Chama-se boot o processo do seu computador quando você o liga. Existem boots quentes e frios.
Um boot frio é quando você desliga o computador, espera alguns segundos e o liga novamente. Um boot quente é quando você apenas reinicia o computador sem desligar a placa-mãe.
A diferença entre os dois é que no boot frio a memória é completamente apagada, não restando nenhum vestígio de antes. Já no boot quente, alguns vestígios ainda podem ser encontrados e alguns vírus possuem a habilidade de permanecer na memória depois de um boot quente.

Cookie:
Um cookie é uma informação que pode ser armazenada pelo navegador se um website requisitar. A informação não pode ter um tamanho muito grande. Cookies possuem uma validade e, ao expirarem, são automaticamente deletados pelo navegador.

Cache:
Local no disco rígido onde se armazenam temporariamente os arquivos transferidos quando se carrega uma página Web. Ao se retornar para a mesma página, o navegador pode buscá-la no cache, em vez de ir até o servidor original novamente, poupando tempo e reduzindo o tráfego na Internet.

Ciberespaço:
Esse já é conhecido de todos os alunos das matérias teóricas. Foi criado pelo escritor William Gibson e inspirado no estado de transe em que ficam os aficionados de videogame durante uma partida. A palavra foi utilizada pela primeira vez no livro Neuromancer, de 1984, e adotada desde então pelos usuários da Internet como sinônimo para a Rede.

FAQ:
Sigla de Frequently Asked Questions. Documento com perguntas e respostas mais comuns sobre um assunto específico. Grupos de discussão e listas de distribuição costumam ter a sua própria FAQ. Faz parte do bom comportamento do internauta ler a FAQ do grupo antes de fazer uma pergunta. Sua função é justamente reunir informações básicas sobre um assunto para que cada novo integrante do grupo não repita perguntas já respondidas anteriormente.

Hacker:
Originalmente, o termo foi usado para descrever programadores habilidosos. Na imprensa, o termo foi disseminado para apontar alguém que tenta quebrar a segurança de sistemas de computadores.

Hiperlink:

Nome dado à ligação que leva a outras unidades de informação em um documento hipertexto. O hiperlink pode fazer referência à outra parte do mesmo documento ou a outros documentos.

Hipermídia:
A definição formal de hipermídia une os conceitos de hipertexto e multimídia. Ou seja, um documento hipermídia contém imagens, sons, textos e vídeos, como qualquer título multimídia. Além disso, usa ligações de hipertexto para permitir que o usuário salte de um trecho do documento para outro ou até mesmo para um documento diferente. O termo hipermídia também é utilizado como sinônimo de multimídia. Veja também: multimídia.

IPv6:
Também chamando IPng (IP Next Generation), o Internet Protocol Version 6 é uma evolução do IP, cujo aprimoramento mais visível é o fato de trabalhar com endereços de 128 bits (na versão quatro do IP são 32 bits), viabilizando o futuro crescimento da Internet.

Netiqueta (ou "netiquette"):
Esse é horrível!!! Conjunto de regras que disciplinam o comportamento na Internet. Ensina, entre outras coisas, como se comportar em grupos de discussão e como escrever mensagens de forma a preservar a eficiência da Rede e ampliar o potencial de comunicação.

Shareware:
Esse eu uso muito, afinal, de graça até injeção na testa! Software que pode ser experimentado antes da compra. Alguns programas shareware funcionam somente durante um período determinado de avaliação; outros apenas mostram mensagens periodicamente lembrando o usuário que não se trata de um produto gratuito. Os autores de shareware normalmente pedem pagamentos simbólicos pelo software. Alguns chegam a pedir apenas um cartão postal como prova da satisfação com o produto.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Cientistas temem que máquinas superem humanos em inteligência

Esta é uma matéria retirada do site G1.
Será que isso realmente pode acontecer??
Na disciplina Cultura das Mídias, baseado nos textos de Lucia Santaella, discute-se muito isso, mas relacionado aos meios de comunicação:"A TV pode um dia substituir o rádio?" "A internet substituirá a TV?", e por aí vai...
Se analisarmos essa mesma questão olhando as novas tecnologias veremos que tal substituição não acontece, afinal o meio antigo acaba tendo que se reestruturar para não desaparecer.
Então, nós, seres humanos, teremos que nos reposicionar diante dos progressos da ciência tecnológica.

Um dos receios é a exploração criminosa da inteligência artificial.Grupo debate imposição de limites às pesquisas.

Um robô capaz de abrir portas e encontrar sozinho tomadas elétricas para se carregar. Vírus de computador implacáveis. Pequenas aeronaves que, apesar de ainda controladas por seres humanos, chegam perto de uma máquina com autonomia para matar.
Impressionado e alarmado pelos avanços na área de inteligência artificial, um grupo de cientistas da computação está debatendo se deve haver limites nas pesquisas que possam levar à perda do controle humano sobre sistemas computacionais cada vez mais usados na sociedade de hoje – de guerras a conversas por telefone com clientes.


A preocupação é que avanços maiores possam criar perturbações sociais profundas, com perigosas consequências.

Como exemplos, os cientistas apontaram uma série de tecnologias bastante diversas – de sistemas médicos experimentais que interagem com pacientes simulando empatia, até vírus de computador implacáveis que poderiam representar o estado "primitivo" da inteligência mecânica.

Os cientistas da computação concordam que há ainda um longo caminho a percorrer até que se chegue a algo parecido com Hal, o hipercomputador que assume a espaçonave no filme "2001: Uma Odisseia no Espaço". No entanto, eles afirmam haver preocupações legítimas de que o progresso tecnológico possa transformar o mercado de trabalho, ao destruir uma ampla variedade de empregos, assim como forçar os homens a aprender a conviver com máquinas que imitam o comportamento humano.

Os pesquisadores – importantes cientistas da computação e pesquisadores sobre inteligência artificial e robótica que se reuniram em Asilomar, em Monterey Bay, Califórnia – descartaram a possibilidade de superinteligências altamente centralizadas e a ideia de que alguma inteligência possa “brotar espontaneamente” da internet. No entanto, eles concordam que robôs com autonomia para matar já existem, ou chegarão num futuro bem próximo.